Eu sou louco!

Irreverência, humor, criatividade, non-sense, ousadia, experimentalismo. Mas tudo pode aparecer aqui. E as coisas sérias também. O futuro dirá se valeu a pena...ou melhor seria ter estado quietinho, preso por uma camisa de forças! (este blog está registado sob o nº 7675/2005 na IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais)

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segunda-feira, outubro 16, 2006

Uma família burguesa - parte V

Estamos em 2002.
Num fim de tarde muito chuvoso de um dia em que Teresa tinha deixado o seu Volkswagen Polo numa oficina, o engenheiro ofereceu-se para a levar a casa.
Parados à porta, as bátegas de águas eram de tal forma que:
- Teresa! Agora não pode sair. É melhor esperar aqui um pouco. Eu vou ligar para casa e dizer que estou preso no trânsito – alvitrou o chefe.
- De facto, agora não é bom momento para sair – concordou ela.
Os vidros da viatura estavam embaciados, propiciando uma intimidade que o Tó Zé aproveitou para tocar numa mão de Teresa. Esta não a retirou e o homem apertou-a com força. Como resposta, teve um sinal semelhante. A jovem mãe e esposa aproximou-se mais para o lado esquerdo do assento e o homem colocou-lhe um braço à volta do pescoço. Olharam-se e, logo de seguida, os seus lábios tocaram-se ao de leve. Mas não passaram muitos segundos até que um beijo profundo colasse as suas bocas. Quando as separaram, Tó Zé pegou na mão da secretária e colocou-a de modo que ela pudesse sentir o seu falo hirto. Ela apertou-o e disse:
- Finalmente! Não sabe o quanto eu ansiava por este momento.
Abriu lentamente a carcela das calças do homem, extraiu delas o membro quente e duro, e masturbou-o com uma tal mestria que o chefe gemia de prazer.
Um pano de limpar os vidros retirado do seu lugar pelo Tó, foi a salvação para que o interior do carro não fosse salpicado por um sémen vulcânico.
Finalmente, ele falou:
- Que maravilha, Teresa! Acho que nunca me fizeram gozar tanto desta forma.
- Se o Director quiser...
- Por favor! Fora do serviço não me vais chamar mais de Director, ok? E vais-me tratar por tu! – interrompeu o homem.
- Ok, chefe! – anuiu ela, dando uma risada.
Ele riu-se também.
- Trata-me por António, ou Tó Zé, ou Tó.
- Ok, Tó! – disse ela maliciosamente.
O homem abriu o vidro do seu Ford Mondeo e referiu:
- Já viste que quasi não chove?
- Ai meu Deus! Vou-me embora! Mas ficas-me a dever uma coisa – disse ela com um olhar lânguido de desejo.
- Sem dúvida! Amanhã combinamos. Beija-me!
Uniram novamente as bocas e despediram-se.
Quando regressava a casa, a casa nova onde a esposa o esperava, ía pensando:
- Meu Deus! Aos cinquenta e quatro anos ainda sou atraente para uma rapariga com vinte e seis. Ou será o dinheiro que é atraente? Seja como for, parece que está conquistada. Tenho de ter muito cuidado. Enfim! Já não é a primeira vez que me meto numa destas, mas não posso facilitar nem permitir excessos de confiança no trabalho. Serviço é serviço, brandy é brandy. E é bom que seja casada. Assim, ela própria terá mais cautelas. Sempre imaginei que seria uma fera na cama. Não falta muito para o confirmar. Espero não me deixar envolver demasiado. Tenho de ser forte porque, de facto, sinto um fraco por ela.
E assim começou uma relação de dupla infidelidade que se manifestava mais ou menos uma vez por semana, num residencial bem escondida e com um parque de estacionamento que não permitia que as viaturas ficassem à vista de quem passasse à porta. Digo viaturas porque os encontros se processavam à hora de almoço e cada um levava o seu carro, saindo ele normalmente à frente para ir tratando das coisas.

Decorria o ano de 2003:
- Teresa! – chamou o Costa Lima.
- Diga, Sr. Director! – respondeu a secretária.
- Já lhe disse que o meu filho Ricardo está a constituir uma sociedade com um amigo para criar uma empresa do ramo informático?
- Não! Ainda não me tinha dito nada – respondeu a mulher.
- A sério? Talvez porque ele só mo referiu recentemente. É um tipo empreendedor! E o sócio tem o curso de engenharia informática. Mas vão precisar de meter mais uma ou duas pessoas com formação na área – informou o Tó Zé.
- Sabe que a minha irmã mais nova, a Fernanda, tem formação nesse domínio? – avançou a Teresa, a pensar que talvez estivesse ali uma nova saída profissional para a irmã.
- Já me falou da sua irmã, mas relembre-me, por favor – pediu o Costa Lima.
- Chama-se Fernanda, tem agora vinte e três anos e trabalha numa empresa fraquinha e que paga muito mal. É solteira e livre, tanto quanto sei. Vive na Maia com a minha mãe...
- Pois é! Já me havia falado nisso. É curioso, mas é na Maia que vai ser a sede da empresa. E o meu filho vai casar no fim do ano com a Bárbara. Eles já vivem juntos mas, depois de casarem, vão viver para um apartamento novo na Maia onde ela é sócia de um infantário; aliás, é educadora de infância – interrompeu o António José, movido pelas coincidências.
- Desculpe a ousadia, mas acho que lhe vou pedir para meter uma cunha ao seu filho – aproveitou a secretária.
- Com certeza! – disse o Director – Logo ou amanhã já lhe irei falar para considerar a candidatura da Fernanda.
- Exactamente! Ficar-lhe-ía muito grata se intercedesse a favor da Nanda.
- Claro que sim! Mas a escolha ou escolhas finais serão, naturalmente, do Ricardo e do sócio, o Mário Jorge.
- Claro! Não podia ser de outro modo, mas acho que a minha mana tem bons argumentos para ser admitida – disse, maliciosamente, a Teresa.
- Não sei se esses argumentos chegarão! – e riu-se, o Tó Zé – Espere! Vou ligar já com ele.
E, de imediato, pegou no telefone e fez a chamada para o telemóvel do filho.
Pouco depois:
- Olá, Ricardo! É o pai! – disse.
- Olá! Algum problema?
- Não! Estive aqui a contar à D. Teresa que ías criar uma empresa de informática...
- Já foi criada, pai! E já aluguei o espaço onde vamos trabalhar – corrigiu o jovem empresário.
- Ah...e sempre é na Maia?
- Sim! Na zona central da cidade.
- Mas que bom! Fico contente que esteja tudo a avançar depressa. Nestas coisas, cada dia que passa sem abrires o negócio é dinheiro que estás a perder – regozijou-se o quinquagenário.
- E vais meter dois empregados, não é? – continuou.
- Sim! Estamos a procurar um engenheiro informático para estagiário e, se servir, fica. E também alguém jovem com formação na área e alguma experiência.
- Pois soube agora que a D. Teresa, a minha secretária, tem uma irmã chamada Fernanda, mais nova, que encaixa nesse segundo perfil, e gostaria que ela fosse candidata. Que é preciso fazer? – perguntou o Tó Zé.
- É simples! Que me mande um e-mail com o curriculum que depois eu ou o Mário a chamaremos para uma entrevista. Em princípio seremos os dois a falar com ela – esclareceu o Ricardo.
- E quando prevês que isso aconteça?
- Muito brevemente! Em oito ou dez dias – respondeu o filho.
- Está bem! Então eu vou comunicar isso à D. Teresa e penso que muito depressa tens aí o currículo da Fernanda Mota – disse o António José.

- Sabes o meu endereço, não sabes?
- Claro que sei! Cumprimentos ao Mário e um beijo para a Bárbara. E para ti também.
- Adeus pai! Um beijo.
O director pousou o auscultador e logo explicou o teor da conversa à Teresa.
No dia seguinte já Fernanda tinha o seu curriculum no correio electrónico de Ricardo Costa Lima.

39 Comments:

Anonymous jampg said...

Não me faças esperar muito para saber o que "via" a miúda de 26 anos num "cota" de 54?
Pode ser que ainda aprenda qualquer coisa!

5:20 da tarde  
Blogger António said...

Para "jampg":
Olá!
O primeiro a comentar!
Mas que grande honra!
Quanto à tua pergunta, tu sabes tão bem como eu a resposta!!!
Mas sugiro que vejas os comentários que irão aparecer de outros leitores que, certamente, te deixarão ainda melhor esclarecido.

Um abraço

5:41 da tarde  
Anonymous Ana Joana said...

Estas historias de cotas convencidos que seduzem pitas é um must! Acontecem aos montes, todos os dias. Ficam tão vaidositos, tão convenciditos, tão transtornaditos, que não se apercebem das ridicularias a que se expõe!Tadinhos, fazem-lhes uma festa na dita, e eles disparam para as nuvens. Por lá se mantém, tolinhos, desadequados, mas muito felizes. Olham pro espelho e perguntam: espelho meu, espelho meu, haverá algum homem mais sedutor/garanhão do que eu? E o espelho sempre lhes responde que não. rsss Santa ingenuidade!!! eheheh Tão santa que os leva, com frequencia a destruir tudo o que levaram uma vida a construir.

Elas, vão gerindo com mestria a mais valia que advem desta "paixão imensa", geralmente de forma concomitante com todas as outras paixões que tinham ou vão adquirindo. rsss

António, esta história está gira. Vamos lá ver onde vai parar a Fernandinha.

Ao fim e ao cabo é só uma questão de opção: há quem suba na vertical e quem suba na horizontal. Cada um tem a legitimidade de usar as suas maiores competencias!

Fico à espera rssss
Beijinhos
Ana Joana

6:57 da tarde  
Blogger Poesia Portuguesa said...

Eu não vou dizer nada... sou um bocado poética e acredito no amor... (não a quatro, claro...eheh)
e, para mim Amor não tem idade...
Vou esperar pelo desenrolar dos acontecimentos...

Alguém vai ter um desgosto, ou será que a sobrinha sai á tia... ou o filho ao pai?? eheh

Bj ;)

7:23 da tarde  
Blogger Menina_marota said...

Não acredito que a minha "gémea" Poesia saiu da "toca" e comentou-te... ela afinal não lê só poesia...eheheh
... mas assino por baixo...a 100%

Beijo e venha lá essa continuação ;)

7:25 da tarde  
Blogger Peter said...

António gosto da história, que tenho vindo a seguir, mas sabes, dá-me muito gozo ler os comentários.

9:50 da tarde  
Blogger Paula Raposo said...

Hoje não tenho comentário a esta parte da tua blogonovela. Beijos.

8:32 da manhã  
Blogger António said...

Para "ana joana":
Olá!
Obrigado pelo comentário.
Hoje massacraste os "cotas"...eh eh.
Olha que "cota" sou eu!
ah ah ah
Quanto à Nandinha...vai-te surpreender...aposto!

Beijinhos

11:00 da manhã  
Blogger António said...

Será que o neo-realismo bloguístico está a inibir os comentários?
eh eh

1:52 da tarde  
Blogger Papoila said...

E tudo de acordo com o título meu caríssimo António... Tudo em família... as manas Mota e os Costa Lima (pai e filho)... e lá vão cerrando o cerco... espero pelo próximo capítulo.
Continuo a gostar.
Beijo

3:44 da tarde  
Anonymous Becas said...

O senhor engenheiro saiu das marcas... parecia tão certinho, nas suas conversas com a esposa e nas suas caminhadas! Mas afinal...
António... foste arrojado nas tuas descrições! Gostei... vou aparecendo por cá!
Beijos!

9:51 da tarde  
Anonymous GR said...

António,

Pois é, rápido demais este Tó Zé e a Teresinha!!!
Poderia pensar que ela se tenha entusiasmado, não!
Pela atitude tão natural da Teresa, tudo me leva a pensar que vamos ter aqui uma grande embrulhada!
Secretária, patrão rico…
Espero que a irmã, seja uma boa profissional, caso contrário, pobre Barbara!
Incrível como consegues articular os personagens, os locais, os diálogos e eu vou lendo, cada vez mais entusiasmada!
Estou a gostar muito.

Mais uma vez atrasada e vou engrossar as estatísticas do desemprego!
Desculpa, ontem li, mas era tarde demais para comentar!

Bjs,

GR

10:57 da tarde  
Anonymous alguém que ainda sonha said...

É sempre a aviar!

11:04 da tarde  
Blogger António said...

Para "becas":
Minha querida amiga!
Já na (blogo)novela "O viúvo" escrevi uma cena "mais arrojada" como tu dizes.
Se os grande escritores o fazem, se os poemas que leio por aqui estão cheios de erotismo-hard, porque não haveria eu de o fazer?
Não sei se saiu boa ou má, e isso é que gostava de saber, ó miguinha!
Continua a aparecer que isto foi um teste à minha capacidade de escrever cenas do género hard...eh eh

Beijinhos

12:30 da manhã  
Blogger António said...

Para "GR":
Olá, Guida!
Obrigado pelo teu comentário.
É ou não mais que comum este tipo de relação carnal chefe-secretária?
E as coisas ocorrem tantas vezes assim...de repente a planta que lá estava a crescer dá as primeiras flores.
Quanto ao que vai acontecer...tens de esperar para ler...eh eh.
Até à parte VI.

Beijinhos

9:49 da manhã  
Blogger António said...

Para "alguém que ainda sonha":
A vida é isto e muito mais, mas nem sempre é só aviar...às vezes é ao contrário.
Se continuarares a ler irás perceber melhor!

Beijinhos (se fores mulher)
Abraço (se fores homem)

9:55 da manhã  
Blogger wind said...

Excelente esta 5ª parte, como eu gosto, cheia de acção e diálogos.
Já previa a relação entre o chefe e a empregada, mas está muitíssima bem descrita ao pormenor.
Parabéns!:)
beijos

2:02 da tarde  
Blogger Caiê said...

Ena, ena! Paixão não anda aí, de certezinha! ... :) E olha que não o digo por não acreditar em amor(es)...

4:05 da tarde  
Anonymous Fatyly said...

Li e reli e só hoje pude vir até aqui responder, claro depois de ler os comentários.
Sobre a cena arrojada está muito bem narrada, sem ferir susceptibilidades, se é que ainda existem.
Gostei essencialmente do comentário de ana joana, concordo embora esse "convencimento" seja também "vice-versa", mas para mim, atenção para mim...nisso é "chupa caroço"(dito africano) factor dinheiro mas mais tarde a factura a pagar é bem alta!
Ao longo da minha vida trabalhei e lidei heheheheh com a triste figura de homens/lusitanos papões mas que eram papados e depenados e feridos nos seu ego, não satisfeitos por vezes recorriam às vias judiciais. Aí caía tudinho por terra!!!!

jampg...há uniões bem felizes em que a diferença de idades nada conta e o que é que um miúdo de...vê numa cota de...? a mesmissima coisa! Não gosto de dizer que desta água não beberei, mas aturar mais filhos????? dassss que é obra!!!!Fogo!

António, rapazzzzzz estás a ser lento demais e manda lá mais dois ou três capítulos!

Aguardarei a continuação!

Um sincero abraço para ti e para todos os comentadores desta mesa redonda:):):)
Inté

5:13 da tarde  
Blogger Betty Branco Martins said...

Querido António

Estas embrulhadas (em que tu és mestre na letra) "nada de confusões! :))de patrão/empregada. Muito gostam os homens de fazer estes joguinhos, será da idade!

Conhecendo a tua escrita - isto não vai ser fácil:))

Beijinhos

5:58 da tarde  
Blogger António said...

Para "fatyly":
Olá!
Obrigado pela visita e pelo animado comentário.
Em relação à parte que me toca, devo dizer-te que estou a postar a cada 4 dias. Parece-me equilibrado.
Dá-me tempo a escrever, corrigir, etc....e, sobretudo, permite que os visitantes tenham mais tempo para ver cada post. Se começam a deixar acumular, às tantas desistem e eu fico sem o meu ganha pão.

Beijinhos

6:26 da tarde  
Anonymous Fatyly said...

Claro António que compreendo e é mais que equilibrado, mas o sabermos...e depois? é mais que natural:):)
Fazes bem em manter o suspense pelo tempo que achares necessário.
Parabéns!
Beijocas

6:46 da tarde  
Blogger António said...

Para "fatyly":
E o mais importante: é o meu ganha pão!
ah ah ah

Beijinhos

6:59 da tarde  
Anonymous tb said...

Cá estou para que não percas o teu ganha-pão!... eheheh
Que te diga eu? Pois, tão ao teu jeito.
Diálogos ricos e bem articulados. Pormenores bem descritos e bem reais da vida que acontece mais a uns que a outros.
Idades...pois para mim são aquelas barreiras que a sociedade tanto gosta de criar.
Jinhos

7:04 da tarde  
Blogger Eli said...

Tentei ler desde a parte I, mas não consegui.

Não sei se era suposto responder ao teu comentário, mas penso que não... depois de me dirás!

:)

8:41 da tarde  
Blogger Eli said...

Então...

Será que o que trai uma vez, não o voltará a fazer?! Mas com que consciência pode dizer-se fiel a partir daí?!

Talvez a paixão seja mesmo cega...
Talvez depois da primeira vez se aprenda mais a guiar-se pelos sentimentos e não pela convencionalidade de uma relação e do que os outros esperam dela...

Nada de novo. Eu sei.

Acreditas mesmo que alguém que trai, pode ser fiel?!

:)

9:44 da tarde  
Anonymous Becas said...

Ó miguinho.... claro que saiu bem essa cena hard... Tiveste muita mestria... (a decrever a cena, claro!!! :-)...
Beijinho!

10:03 da tarde  
Blogger António said...

Para "becas":
Se tu o dizes...eu fico vaidoso!
eh eh

Beijinhos

10:16 da tarde  
Blogger Eli said...

Olha, as mensagens podem parecer de carácter íntimo, mas, se reparares bem , podes vê-las também a "encaixar" em muitas pessoas que conheces! Ah! Já agora, ainda há outro post novo! Sim, hoje foram três!

:)

10:16 da tarde  
Anonymous Becas said...

Já se lia mais qualquer coisinha... 6ª feira há mais???
Estou atenta....
António, nem sempre posso ler no dia em que publicas mas não é por falta de interesse!
Venha daí a parte VI!

10:17 da tarde  
Blogger António said...

Para "becas":
Sim!
Em princípio na 6ª feira.
(estou a postar de 4 em 4 dias)
Oh, nina!
Lês quando quiseres, por quem és?
Já o facto de comentares me agrada muito.

Beijinhos

10:25 da tarde  
Blogger BlueShell said...

Só um beijo azul para dormires bem
BShell

10:52 da tarde  
Anonymous Ana Joana said...

Olá António,

Antecipa lá um bocadinho o novo post! Só amanhã? Hoje está dia de chuva, e apetece ficar em casa a ler histórias e brincar com personagens. Vá lá, posta hoje!! eheheh

Beijinhossss

12:45 da tarde  
Blogger António said...

Para "ana joana":
Calma!
Hoje é dia para escrever!
Amanhã para postar!
Vai roendo as unhas...eh eh

Beijinhos

2:22 da tarde  
Blogger Leonoretta said...

Quando a nossa socialização se faz num clima de abomináveis considerações culturaissobre a infidelidade e a partir daí o nosso comportamento é ou não é ajuizado por essas considerações , o valor enraiza-se muito bem sem perceber outras considerações colaterais, nomeadamente, perceber porque é que as pessoas são infiéis.
Gostando de ler desde que aprendi a juntar as letras a minha vida encheu-se de muitos livros que tem mudado a minha aneira de ser, uns que aparecem mais tarde outros mais cedo mas todos eles tem deixado sempre a intenção do autor, segundo o que eu retiro deles por consequência das minhas vivências. Ou seja, o normal de qualquer um.
Isto para dizer que eu sempre vi a infidelidade como algo muito grave e até mesmo muito culposa, à maneira católica – não o sou neste momento e não sei se alguma vez o fui mesmo dada influencia da família. No entanto, há uns dez anos li “a insustentável leveza do ser” de milan kundera e percebi muitas coisas da infidelidade. Um dia destes rele- lo-ei novamente.

abraço da leonoretta

7:42 da tarde  
Blogger amigona said...

Beijo amigo... beijo e saudades...

7:58 da tarde  
Blogger Heloisa B.P said...

O CONDIMENTO QUE FALTAVA E JA' SE ADIVINHAVA!

"Quando regressava a casa, a casa nova onde a esposa o esperava, ía pensando:
- Meu Deus! Aos cinquenta e quatro anos ainda sou atraente para uma rapariga com vinte e seis. Ou será o dinheiro que é atraente? Seja como for, parece que está conquistada. Tenho de ter muito cuidado. Enfim! Já não é a primeira vez que me meto numa destas, mas não posso facilitar nem permitir excessos de confiança no trabalho. Serviço é serviço, brandy é brandy. E é bom que seja casada. Assim, ela própria terá mais cautelas. Sempre imaginei que seria uma fera na cama. Não falta muito para o confirmar. Espero não me deixar envolver demasiado. Tenho de ser forte porque, de facto, sinto um fraco por ela."
........................POIS!!!!!!
estou SORRINDO mas, isto e' um caso serio" e, o ANTONIO nao se faz rogado (com inteligencia criativa) a pormenores e a deixar a "mensagem no ar" e.. a poelemica em aberto!
_CA' VOLTAREI!
Ou melhor, CONTINUAREI!
Meu ABRACO!
Heloisa
********

12:09 da tarde  
Blogger a sua vizinha said...

Há "cotas" de 54 em grande forma e bem giros (isto digo eu..) Quanto às garotas de 26... devem olhar para a carteira! Não quero ser má língua. Talvez gostem mesmo... Olhe, vizinho, com tanta modernice inté já ando baralhada!

Bom fim de semana

11:16 da tarde  
Blogger amita I said...

Olá António
Cá estou de novo para pôr a leitura em dia. Não imaginava que postavas de 4 em 4 dias pelo que, sem promessas, vou tentar percorrer a tua esmerada escrita, ainda hoje.
Não posso deixar de te felicitar por este post que possui os condimentos certos e q.b.
Um bjinho e um sorriso

7:40 da tarde  

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