Eu sou louco!

Irreverência, humor, criatividade, non-sense, ousadia, experimentalismo. Mas tudo pode aparecer aqui. E as coisas sérias também. O futuro dirá se valeu a pena...ou melhor seria ter estado quietinho, preso por uma camisa de forças! (este blog está registado sob o nº 7675/2005 na IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais)

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sexta-feira, outubro 27, 2006

Uma família burguesa - parte VIII

Uns dias depois do encontro de Mário Jorge e Bárbara num café da Maia, e logo após o almoço, conduzia ela o seu Peugeot 206 mas fazia-o absorta nos seus pensamentos.
Ao chegar a um cruzamento em que não tinha prioridade continuou sem parar, ou melhor, parou encostada à porta de um reluzente Honda Civic.
Só uma fracção de segundo antes da pancada a bela loira de olhos azuis se deu conta que ía bater. O choque não foi forte pelo que o cinto de segurança cumpriu muito bem a sua função. Ainda atrapalhada pelo ocorrido, reparou que no carro parado à sua frente, e a olhar para ela, estava o Mário Jorge.
Saiu do carro sem dificuldades e dirigiu-se ao amigo:
- Mário! O que eu fui fazer! Estás bem?
- Estou! Quero dizer, apanhei aqui uma pancada no braço esquerdo mas não deve ser nada de especial. E tu? – perguntou o engenheiro.
- Eu estou bem! A culpa é toda minha! Vamos arrumar os carros e depois eu levo-te ao hospital para ver o braço. Pode estar partido! – disse a jovem mulher, preocupada.
- Está bem! E já vemos se os carros estão em condições de andar – anuiu o homem.
O cruzamento ficava num local com pouco movimento, pelo que não havia grande confusão no trânsito nem muitos mirones.
Verificaram que o Honda do informático estava essencialmente com a porta do lado esquerda bastante amolgada, enquanto o Peugeot da amiga apresentava danos na parte frontal mas que, após uma observação cuidada, não impediam o carro de andar. Só os faróis estavam partidos; o resto era chapa amolgada.
O mais danificado era o Mário pois o cotovelo esquerdo foi, de algum modo, tocado.
Era preciso decidir qual das viaturas usar para irem ao Hospital de S. João, o mais próximo.
Eis que um dos mirones disse:
- O melhor é deixarem aqui os carros e chamar um táxi para os levar.
- Pois! – concordou o sinistrado – eu tenho o número dos Táxis Maia no meu telemóvel. Vou ligar.
- Deixa que eu ligo! – disse a Bárbara.
- Eu conheço melhor o celular. Deixa -me ligar.
E, embora com alguma dificuldade, fê-lo.
Entretanto a Bárbara ligou do seu para o marido.
Ricardo ainda tentou que ela regressasse a casa dizendo que ele trataria do assunto.
- É melhor deixares-me tratar a mim. Além de o Mário ter de ser visto no hospital, também pode ser que eles me queiram tirar alguma radiografia, por precaução, e além disso temos de fazer a declaração amigável. São três da tarde. Hoje nem eu nem o Mário vamos trabalhar. Não te preocupes que a tua mulherzinha já está recomposta do susto e sabe tratar destes assuntos. Se houver alguma coisa de especial eu ligo-te. Está bem, meu amor? – falou ela.
Entretanto chegara um táxi.
- Olha! Chegou o táxi! Vamos fechar os carros e depois vamos directos para o S. João – comunicou para o marido.
- Pronto! Confio nas tuas capacidades. Mas vou-me mantendo em contacto – rematou o Ricardo.
Pouco depois seguiam os dois amigos no banco de trás do táxi.
Bárbara ligou para o infantário a dar conta do ocorrido. Desligado o aparelho disse:
- Que chatice, Mário! O que eu te fui fazer! – e, tocando-lhe levemente no braço – Dói-te? Dói-te?
- Um bocado! Parece que a dor está a aumentar – disse ele, já um pouco mais preocupado.
- Coitadinho do meu menino! – e deu-lhe um beijo na face – E foi logo a ti que eu fui magoar!
- Oh Bárbara! Não te mortifiques. O pior que posso ter é uma fractura sem gravidade e daqui a pouco tempo estou bom. E o braço direito, que é o que utilizo mais, está totalmente operacional – procurou ele acalmá-la.
A viagem decorreu com Bárbara a fazer tantos mimos ao Mário que este já agradecia a Deus, em pensamentos, por aquilo ter acontecido.
Depois de terem chegado ao serviço de urgência, ao homem foi diagnosticada uma fractura no cotovelo, pelo que saiu de lá com o braço engessado. Ela também foi alvo de alguns raios X mas nada foi detectado.
Chegados ao exterior, Ricardo estava esperando-os.
- Então? – perguntou.
- Eu não tenho nada! – disse a Bárbara enquanto o beijava na face e ele a acariciava – Mas o Mário tem uma fractura no cotovelo.
- Vê-se bem! É grave? – perguntou o Ricardo.
- Não! Não é grave! Daqui a um mês venho tirar o gesso e depois vê-se se preciso de fisioterapia. Ah...tenho de comprar um analgésico! – acrescentou o sócio.
- Enfim! Coisas que podem acontecer a qualquer um. Mas podia ser muito pior. Valha-nos isso! – concluiu o Costa Lima mais novo.
- E agora sugiro o seguinte. – falou o Mário Jorge – Vamos para a Maia no carro do Ricardo. Depois vamos levar os carros para as oficinas, ainda com a ajuda do Ricardo, pois eu não posso conduzir. E, se tivermos tempo, ainda preenchemos de tarde a declaração amigável. Senão eu vou a vossa casa à noite e fazemo-lo lá. Amanhã de manhã entregamo-la nas seguradoras.
- É um bom programa – disse o Ricardo – mas tu vives só e não tens quem te ajude a vestir e despir, tens de andar de táxi, etc.
E virando-se para a mulher, perguntou-lhe:
- Oh Bárbara! E se ele ficasse alojado em nossa casa durante uns dias? Eu e tu dávamos-lhe apoio e ficava perto do escritório. Além disso um carro de substituição não lhe serve de nada pois não pode conduzir; para ti é que já seria útil.
- Por mim, aprovo a ideia! E fica durante o mês em que tiver gesso? – disse, rapidamente, a mulher.
- Mas isso seria uma maçada muito grande! Não me parece correcto. E um mês inteiro...nem pensar! Eu posso lá ficar uma noite enquanto resolvo o problema do apoio em casa. Depois tenho de ir à vida – ripostou o ferido.
- Também a culpa de estares assim foi minha! É uma forma de me ressarcir do meu erro – disse ela.
- Então quando formos ao Porto levar o teu carro passamos também por tua casa e trazemos uma mala com as coisas essenciais – alvitrou o Ricardo.
- Mas antes passamos na farmácia, está bem? – disse o Mário Jorge.
- Pronto! Está combinado! Vamos então que já é tempo – disse, resoluta, a jovem mamã.
E pouco depois estavam no local do acidente.
Bárbara levou o carro dela para uma oficina da Peugeot e o marido conduziu o Civic para o Porto com Mário como passageiro.
O Honda Accord ficou no local.
- Depois venho cá buscá-lo – disse o Ricardo.
Cerca de uma hora depois, Bárbara estava em casa para onde se deslocou de táxi depois de passar pelo infantário para dar algumas indicações e trazer o Jocas.
Mais uma hora e eram os homens quem chegava.
- O Mário fica aqui enquanto eu aproveito o táxi que está lá em baixo e vou buscar o meu carro. Depois ainda vou passar pelo escritório para despachar os assuntos urgentes. Vocês podem, entretanto, ir fazendo a declaração amigável – sentenciou o filho do Tó Zé enquanto beijava a mulher e dava uma palmada na cabeça do amigo.
Quando chegou à sede da empresa, teve de contar tudo com algum pormenor.
Foi então que falou a Fernanda:
- Sr. Engenheiro! Eu posso ir para sua casa dar uma ajuda. Se chegar à minha mais tarde não há problema pois a mãe desenrasca-se muito bem sozinha.
- Francamente, não vejo necessidade...
- Porque é homem! Já viu a sua mulher a ter de tratar de tudo? Da cozinha, do filho, de si, do engenheiro Mário...ainda por cima empenado!
- Acho que não é necessário, mas agradeço-lhe muito. Em última análise vinha para cá a minha mãe.
- Olhe, Sr. Engenheiro! Eu vou tratar dos assuntos que tiver que tratar aqui e, quando me for embora, passo por sua casa, se me der licença. Aliás gostava de ver o engenheiro Mário.
- Pronto! Pode ser. Agora vou despachar aqui as coisas mais urgentes. Até já!
E fechou-se no seu gabinete.

35 Comments:

Anonymous jampg said...

Que coincidência...

9:04 da manhã  
Blogger António said...

Para "jampg":
Ainda estava eu a ler e a fazer umas correcções e tu já em cima do acontecimento...ah ah ah

Um abraço

9:07 da manhã  
Anonymous Ana Joana said...

Bom dia António,
O destino tem destas coisas - atira uns pros braços de outros, como que a provocar os limites entre o dever-moral-etica e o desejo. Não há super-ego que resista ahahahah. Eu cá aposto no desejo (nesta história, pelo menos rsssss).

Está a instalar-se cada vez maior suspense!

E lá terei eu de ficar prá qui à espera, mais quatro dias....qdo ainda por cima sei que tens o desenrolar da trama em tua posse! seu maléfico!

Beijinhos e um bom fim de semana
Ana Joana

9:56 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

Eh eh eh noto um ligeiro aquecimento...estou certa??!! Beijinhos, meu querido. Bom fim de semana.

11:05 da manhã  
Blogger Ana Maria said...

António li só este texto e gosto da realidade televisiva que está.com mais tempo passo para ler os que faltam.

jinhos

1:06 da tarde  
Blogger António said...

Para "ana joana":
Pois é!
Eu sou muito castigador!
ah ah ah
Mas tem calma que a primeira grande surpresa vem aí!
ah ah ah
Agradeço a visita e o comentário, claro!

Beijinhos

1:23 da tarde  
Blogger Tita - Uma mulher, Um blog, algumas palavras said...

Continuo a achar genial!

Espero pelos próximos capítulos com ansiedade
Beijo e bom fim de semana

2:29 da tarde  
Anonymous Becas said...

António... estás mesmo a deixar os teus leitores "aos papos"... estou a gostar imenso! E não falo mais em promiscuidade, prometo!!! Não quero ser uma falsa moralista. Estou é a questionar-me com quem se vai envolver o Mário Jorge durante a sua estadia: se com a anfitriã, se com a a secretária do anfitrião...
E se começasses a "postar" de 3 em 3 dias, já que estás tão avançado na escrita?
Parabéns e beijinhos

5:20 da tarde  
Anonymous tb said...

eheheh. O meu amigo é um maroto...
Está engraçada a "coincidência". Eu até nem acredito nelas!... :)
Beijinhos

6:42 da tarde  
Blogger António said...

Para "becas":
Olá, amiguinha!
Obrigado pela visita e comentário.
Quanto ao evoluir do enredo, não te digo nadinha...
Podes roer as unhas, comer um dedo, devorar uma mão...eh eh eh
De facto estou adiantado na escrita, mas posso atrasar-me.
Poderei, eventualmente postar em 3 dias se vir que os leitores (que comentam) já quasi todos leram a última parte a ser colocada "on-line".

Beijinhos

6:55 da tarde  
Anonymous Ana Joana said...

Antonio,
manda-me a lista de endereços dos teus leitores que comentam para que eu lhes mande um alerta para que comentem rapido para que possamos ler a next logo, logo loguinho

Beijossssssssss
Ana Joana

7:20 da tarde  
Blogger magarça said...

O inconsciente tem muito que se lhe diga...até pode provocar choques frontais :)

7:22 da tarde  
Blogger Papoila said...

Bem logo no dia seguinte um acidente com o amigo e levá-lo para casa... Adensa-se o suspense e a Fernanda está muito interessada na saúde do engº Mário...
Está cada vez mais interessante a blogonela. Beijo

8:58 da tarde  
Blogger António said...

Para "ana joana":
Minha queirda amiga!
Devagar...com calma...dá mais gozo...

Beijinhos

11:56 da tarde  
Blogger margusta said...

Querido António,
...venho agradecer-te o carinho amigo...Obrigada querido António...meu amigo António!...

Desculpa não passar antes por aqui, mas passo os dias em casa dos meus pais a ajudar a minha mãe...e qunado chego a casa ainda tenho a minha vidinha caseira para fazer, por isso sobra muito pouco tempo para a net...

Quando é que eu vou conseguir colocar esta leitura em dia !????

Beijinhos grandes António!

12:48 da manhã  
Blogger tibeu said...

Belo blog, parabens.

"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver,
acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao
mundo e maior amor ao coração dos homens."
(Fernando Pessoa, em "O Eu Profundo")

Votos de um belo fim de semana

12:50 da manhã  
Blogger APC said...

"Confio nas tuas capacidades" - ahahahahahah! :-)))

Bom... Miminhos e oportunidades e coisas que tais. Pouco assumido, muito velado, novelisticamente engendrado e em vésperas de acesos "enrolamentos". Não se encaixa bem nas minhas fantasias adúlteras (esta é a parte em que mais uma vez comprovas a tua elegância e resistes a perguntar-me: e quais são elas? lol), mas, contudo, porém todavia e apesar disso [malgré le fait - porque me apetece], temos acidentes e incidentes, e já não temos nada pouco, ou seria uma novela escrita por outro que não toi même. c'est a dire: tou de olho em ti, heim?! ;-)
Beijinhos!

12:52 da manhã  
Blogger Velutha said...

e a novela vai continuando. Deste mesmo tecido são feitos os encontros e desencontros da vida real. A temperatura vai decerto subir. Aguardo esse aquecimento, António.
Beijos

9:23 da manhã  
Blogger António said...

Para "tibeu":
Parece-me que foi a primeira vez que me deixaste escrito um comentário.
Também me parece que não tens blog, por isso deixo aqui uma resposta.
Finalmente, penso que és um homem.
Só quero dizer mais uma coisa: fico contente por teres gostado do meu blog.

Abraço

9:39 da manhã  
Blogger margusta said...

Querido António,
...em primeiro lugar pbrigada por teres gostado do conto, e pelos parabéns pela minha participação nas primeira colectãnea da IRanimA.

Quanto ao conto em causa realmente não aparece na coluna de textos da IRanimA, pelo que me estou a aperceber só permanecem os melhores, a semana anterior e a semana em curso, pois os textos são publicados semanalmente.
Pena não ser feito arquivo vou dar a sugestão a dar ao Paz Kardo coordenador do projecto e Directoer Comercial.

Beijinhos meu amigo e um bom fim de semana..hoje vou ficar por casa...

10:07 da manhã  
Blogger wind said...

Bem António, dou-te os parabéns, este capítulo, esta cena está de génio:)
Ela ia a pensar nele e bateu no carro dele e ele vai para casa dela.
Daqui para a frente o que se vai passar? lololol
És terrível com esse teu cérebrozinho maquiavélico.ehehehhe
beijos

12:34 da tarde  
Blogger Leonoretta said...

sim claro!
hã hã.

sao coisas que acontecem

que eu nunca sei la muito bem porque acontecem e meia de duzia de pessoas tambem nao, o que me consola um bocado na medida em que ser eve rara nao faz parte das minhas ambiçoes psicanaliticas...

mas que la acontecem e que depois... bem! acontecem!
abraço da leonoreta

6:50 da tarde  
Blogger Caiê said...

Tão séria e tão boa mulher, mas Nosso Senhor atirou-a para a calamidade adulterosa! São fatalidades! AH AH AH! Estou a rebolar de rir com este empurrão do destino.
Olha, este engenheiro Mário é como a maçã madura... Não há quem não o queira trincar - já a Fernanda também quer ir fazer de enfermeira, ahn? ;)

9:20 da tarde  
Anonymous Ana Joana said...

Na volta quem vai fazer uma perninha é o Mário Jorge e o Ricardo! E a Fernandinha que já sabe da coisa mas é muito fiel aos patrões, vai lá para disfarçar eheheheheheh

Tu não contas, eu divago!!!!

11:40 da tarde  
Anonymous GR said...

Pois é!
Com milhares de carros no Grande Porto, foi logo a estes dois…
Um mês em casa! Claro que se fosse um simples amigo ou conhecido, nem fazia mal.
Mas logo com a bela Bárbara e o bonitão do Engº…
A Fernanda é que não deixa por menos, vai dar apoio. Será que tem sorte?
A ver vamos!
Belíssima descrição, do desastre, da preocupação da Bárbara!
Cada dia que passa, gosto mais deste conto.

Bjs,

GR

11:46 da tarde  
Blogger Betty Branco Martins said...

Querido António

És de facto "um poço" cheio de surpresas!

Está de mestre, só te digo!:)

Beijinhos

BomDomingo

1:34 da manhã  
Blogger doistons said...

uma história muito engraçada. Estou a segui-la atenta.Para onde se irá encaminhar?
Um beijo e bom domingo.

9:44 da manhã  
Blogger António said...

Para "ana joana":
Tu vais divagando e eu vou gozando...eh eh eh

Beijinhos

12:16 da tarde  
Blogger António said...

Para "GR":
Olá Guida!
Obrigado pelo "comment".
Espero que ainda gostes mais nas próximas partes.
Eu diria mesmo: tenho a certeza de que vais gostar!

Beijinhos

12:20 da tarde  
Blogger Leonoretta said...

respondendo ao comentario que fizeste no meu sitio...
nuca tive a mania de mudar de fila porque via a outra andar mais depressa. sempre atribui o facto da outra fila andar mais depressa a minha mania de perseguição, a minha andava mais devagar porque eu estava la.
mas isso acontece até com a fila dos gelados. vou ao longe e não está la ninguem. olha que bom - digo eu - vou comer um gelado. de um momento para o outro sou a vigegima pessoa da fila.

abraço da leonoreta

2:45 da tarde  
Blogger Leonoretta said...

se tudo acontece por acaso sou eu que determino a minha acção, ou faço e acontece ou nao faço e nao acontece. se faço pode acontecer duas coisas, ou sim ou nao. se nao, acaba ali o acaso. se sim pode acontecer duas coisas...

se é o destino então o que é que eu ando aqui a fazer... so a escolher caminhos porque o buzilis está la á minha espera quando eu chegar.

acaso e destino é a minha grande dor de cabeça desde que roo as unhas.

abraço da leonoreta

2:50 da tarde  
Blogger Menina do Rio said...

Dizem que sou louco, mas louco é quem me diz que não é feliz e eu sou feliz!!!!
Vim te deixar um beijo!!

4:23 da tarde  
Anonymous Fatyly said...

Só hoje pude ler e reler e fico-me, ou melhor subscrevo o 1º. comentário..."Que coincidência..."!

Aguardarei!
Um abraço

6:59 da tarde  
Blogger António said...

Para "fatyly":
Olá!
Se não houvesse os acontecimentos e as pessoas fora do comum, não haveria histórias que valesse a pena contar.
Era tudo igualmente cinzento.
Obrigado pela visita.

Beijinhos

11:18 da tarde  
Blogger marujinha said...

Eh pá! Ganda paciência que tu tens em escrever estas tramas todas. E ganda talento tamém.

Mas estou a gostar, a sério.

Jinhos da Marujinha

1:29 da tarde  

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