Eu sou louco!

Irreverência, humor, criatividade, non-sense, ousadia, experimentalismo. Mas tudo pode aparecer aqui. E as coisas sérias também. O futuro dirá se valeu a pena...ou melhor seria ter estado quietinho, preso por uma camisa de forças! (este blog está registado sob o nº 7675/2005 na IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais)

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quarta-feira, fevereiro 01, 2006

O viúvo - parte XI

O Zé Luís olhou para os seios fartos que pareciam querer saltar de dentro da blusa. Para os bicos que quasi perfuravam o tecido. Para a boca cujos lábios eram humedecidos pela língua num movimento lento e excitante. Para os olhos semicerrados.
Tocou nos pés descalços, olhou para eles e viu que eram pequenos e perfeitos, sem pintura nas unhas, a tez escura contrastando com a alvura da pele da planta. Acariciou-os lentamente, com ambas as mãos, enquanto olhava para o corpo da mulher. Viu a deitar fora o cigarro e poisar o copo de whisky.
- Esta blusa está um pouco apertada – disse ela.
E, com um movimento dengoso de ambas as mão desapertou dois botões. Foi o suficiente para que os seios redondos se afastassem deixando ver um desfiladeiro que apetecia atravessar.
O Zé pegou nos pés dela e colocou-os sobre o seu falo que endurecera rapidamente perante aquela visão e aquele contacto de que não desfrutava há muito.
Cristina começou a movê-los muito lentamente. O Zé esticou as pernas e recostou-se ainda mais.
A mulher, de repente, deu um salto e deitou-se sobre o homem ávido de carícias. Os seios, saltaram da blusa e ele não resistiu a tocar-lhes e em beijar e chupar um mamilo; depois outro.
Mas rapidamente a boca sensual da Cristina se colou à dele, ambas entreabertas e convidando a que as línguas se tocassem, se guerreassem de forma violenta. As mãos de cada um agarravam com força a cabeça do outro. Pararam para respirar melhor. Repetiram o beijo duas vezes. Por fim, o Zé aproveitou para se descalçar, tirar a camisa e desabotoar as calças.
- Espera! – disse ela – eu dispo-te o resto.
E, sempre devagarinho, removeu as calças do homem. Depois as cuecas. O Zé estava nu e com um verdadeiro canhão municiado entre as pernas.
Depois, ela retirou a sua blusa e disse:
- Tira-me as calças, por favor. São muito justas.
- Sim, amorzinho – sussurrou o macho.
E, não sem alguma dificuldade, removeu-lhe as calças deixando bem visíveis umas pernas fortes. Apalpou as coxas dela e sentiu que eram duras.
- Carne de primeira – pensou.
Agora a sua parceira só tinha vestido um fio dental que fez o Zé perder a cabeça. Deitou-a para trás, tirou-lhe as minúsculas calcinhas e mergulhou a sua cabeça na zona púbica da mulher que, numa cuidada depilação, ela reduzira a uma faixa vertical. Não demorou muito até que a Cristina começasse a soltar gemidos de gozo.
Por momentos ele parou, levantou a cabeça, retirou um ou dois pêlos da boca e disse:
- Queres ficar aqui ou ir para a minha cama?
- Vamos para a tua cama – disse ela e levantou-se toda nua.
Pegou nos cigarros e no isqueiro e disse, apontando para o copo:
- Deita-me aqui mais um bocadinho.
O Zé levantou-se também, serviu a vizinha e verteu mais algum scotch no seu copo. Pegou no balde de gelo e disse:
- Então anda atrás de mim.
E a mulher nua seguiu o homem nu até ao quarto deste.
- Agora deita-te, Zé! – ordenou ela.
Ele assim fez.
Ela ajoelhou-se, começando a beijar-lhe o corpo desde a testa até aos pés. Quando se deslocava já no sentido ascendente, agarrou o pénis do Zé e começou a passar a língua pela glande abundantemente lubrificada. Finalmente, introduziu-o na sua boca. Agora era a vez dele gemer. Mas Cristina sabia bem quando devia parar para evitar um orgasmo antes do tempo. E fê-lo, deixando o Zé completamente desvairado.
Deitou-se ao lado dele e pediu-lhe:
- Salta-me!
O homem não se fez rogado e rolou para cobrir a morena. Ela abriu as pernas e subiu os joelhos. Depois levantou as ancas.
Num ápice o Novais penetrou a Cris. E começou a mover-se lentamente dentro dela. Ao mesmo tempo gemiam baixinho e beijavam-se. Mas os movimentos dele foram-se tornando mais rápidos. Ela também se mexeu mais e mais e mais e os gemidos passaram quasi a gritos e o movimento acelerou, acelerou, acelerou...
Ouviu-se um urro do homem. Um grito prolongado da mulher.

E os movimentos passaram a ser quasi que uma pequena tremura.
Tinham logrado atingir o orgasmo. Ambos. Em simultâneo.
Sublime!
Após alguns segundos em que a respiração passou de ofegante a normal, ela acendeu um cigarro e bebeu um trago. Ele também bebeu e pediu-lhe para dar uma fumaça.
- Zé Luís! – disse ela – tu ainda és um homem do caraças.
Ele olhou para os olhos negros e respondeu:
- Meu Deus! Tu és um milagre!
- Como inauguração, não podia ser melhor – disse ela.
E continuou:
- Agora já escusamos de andar carentes. Aqui ou em minha casa, duas ou três vezes por semana, ou mais, se tu quiseres, podemos conversar, acariciarmo-nos e fazer amor. Gostei de ti, meu Zézinho super gostoso!
- Tu és um portento, minha querida! – disse ele.
- Vamos agora para a sala? Eu amanhã tenho de ir trabalhar, meu madraço; conversamos um bocadinho e depois eu vou para casa.
- Ok! Tens razão! – disse o homem, ainda com as ideias mal coordenadas.
Trocaram os números do telefone, fizeram-se mutuamente mais algumas carícias, conversaram um pouco e, finalmente, ela retirou-se.
O Zé calou o pianista que persistia em tocar e foi dormir também.

Quando acordou olhou para o relógio.
Já eram nove e meia. Esquecera-se de pôr o rádio a despertar.
Vindo da zona da sala ou da cozinha ouviu uns ruídos.
- Deve ser a Rosa a trabalhar. Deve, não! É com certeza! – pensou.
Estava com preguiça demais para se levantar, mas achou que não devia dar a entender o que se passara na noite anterior à empregada.
Mas a mulher já topara que tinha andado fêmea lá por casa: guardanapos e cigarros com batom, louça de duas pessoas...
- O homem trouxe a preta cá para casa. Aposto! – resmungou baixinho.
Só por volta das dez e tal é que o Novais foi para a cozinha tomar o pequeno-almoço.
- Bom dia, Rosa!
- Bom dia! – respondeu secamente a empregada.
- Olha! Não me digam que esta agora está com ciúmes – pensou ele.
E falou:
- Dormi que me fartei, esta noite.
- E também comeu e bebeu e fumou e... – e a mulher conteve-se.
- Pois! Tive visitas.
- E vieram de África! – disse ela com desdém.
- Rosa! Eu gosto muito de si, mas você não tem nada a ver com quem eu convido ou deixo de convidar para minha casa, entendido? – ralhou o homem.
- Tem razão, senhor Novais! Peço desculpa.
- Pronto, Rosa! Já está desculpada. Mas eu sou um homem. Um homem válido, ainda – justificou-se o Zé.
- Parece que sim! – resmungou a mulher que via o seu objectivo de viver com o patrão em perigo.
- Bom! Vou acabar de me arranjar. Até já, Rosa!
- Até já, senhor Novais!
Passado pouco tempo, e depois de acabar de se arranjar, o José Luís saiu.
Pensou em ir até à agência de viagens mas, ponderando melhor, achou que não devia fazer o papel de cachorrinho esfomeado.
E cumpriu a sua rotina.

35 Comments:

Blogger Vampirella said...

Está cada vez mais interessante, a vida do Zé Novais. Não tenho comentado, mas acompanho este conto desde o primeiro momento. Um beijinho grande, António!

12:24 da manhã  
Blogger wind said...

Espectacular a relação dos dois. Descreveste-a muito bem, que além de se visualizar, também se sentiu como eles deviam sentir-se. Não sei se percebes o que escrevi.lol. beijos

12:42 da manhã  
Blogger Malae said...

Querido Amigo! Aqui estou eu de volta! :D

E que saudades tinha de te visitar! Felizmente, tudo parece encaminhar-se bem com o meu pai. A recuperação continua a correr bem. Agora espera-o uma vida mais regrada e longe do tabaco. Que o coração não se pode voltar a ressentir.

Como, infelizmente, continuo sem trabalho, tenho aproveitado os dias de baixa dele para o acompanhar de perto. Os dias cansativos e sempre com coisas por fazer afastaram-me mais cedo de voltar a estas lides!

Mas agora aqui estou de novo, pronta a recuperar o tempo perdido. Dei uma passagem rápida por este teu novo texto... e mais uma vez parece-me que mais uma vez te superaste! Mas voltarei para ler todos os capítulos com a atenção que todos os teus textos merecem. Tenho que colocar a leitura em dia! =) Depois deixo aqui a minha opinião!

Espero que esteja tudo bem contigo. Como vai esta nova fase da tua vida?

Um beijo grande e amigo.
Malae***************

1:07 da manhã  
Blogger lazuli said...

Tenho que confessar que estou completamente rendida aos teus dotes (de escritor).
Esta blogonovela é a melhor, e sem dúvida nenhuma que deves escrever um livro.
Neste episódio foste espantoso ao descrever o encontro do Novais com a não sei quantas e, como diz a Wind, tão bem escrito que se "visualiza" tudo.

Há pormenores interessantes e irónicos, como quando referes que "O Zé estava nu e com um verdadeiro canhão municiado entre as pernas", ou "retirou um ou dois pêlos da boca", ou "E a mulher nua seguiu o homem nu até ao quarto deste" ou.." rolou para cobrir a morena", " O homem trouxe a preta cá para casa. Aposto! "..etc etc.

E isso faz a diferença, é o olho clínico do escritor:)

Beijos com muita admiração

Fernanda G.

1:34 da manhã  
Blogger pinky said...

uiiiiiiiiiiiiii temos erotismo puro e duro! sim sr! muito bem, isso é que foi m despacho! e erotismo a dobrar hehehehheh...

1:43 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

Como é uma história compreendo. Na vida real existem pormenores que não sucedem assim!! Espero a continuação...Beijos.

9:32 da manhã  
Blogger Ana Maria said...

António está fantástico este episódio, relatas uma realidade sexual com pormenor e sem pudor a incomodar(só os pelos,hihihi)!
os meus parabéns-és um sucesso!

11:59 da manhã  
Blogger hodiguitria said...

Este post devia vir com bolinha no canto superior direito, ehheheh! Muito realista, a descrição! A sua escrita está, cada vez, mais apurada! :)

12:27 da tarde  
Blogger Eva said...

Estive de ler a história toda, estou a adorar..... continua assim!

3:52 da tarde  
Blogger Zica Cabral said...

uau Sr Eng muito picante este post mas adorei. Está tão bem descrito que nada tem de ofensivo ou impudico (ou outras palavras nesse genero), pelo contrário. E consegue-se sentir o clima quente entre os dois esfomeados que se conseguem, enfim, saciar.
Estou morta por ler mais ......venham mais episodios por favor
Beijinhos grandes
Zica

6:01 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Eu venho ler-te, Amigo! Achas que perdia a oprtunidade de te ler? Não te esqueças que és o meu contador de histórias preferido.
Beijo Amigo.
Já te enviei mail.
Logo mais envio outro, ok?
Até logo.
Cris

8:24 da tarde  
Blogger Mocho said...

Ora aqui está uma XI parte muito excitante em que o jogo de sedução e o envolvimento de ambas as personagens obtiveram o seu clímax neste magnifico excerto. Conseguiste, inclusive, dar um certo sentido poético ao ambiente com expressões bastante enlevadas e criar uma atmosfera bastante bem “executada e arrojada” do acto em si. Na minha modesta opinião, o conto merecia espaço já que por várias vezes se deixava antever um cenário destes. Estava castrado. Tu conseguiste soltá-lo. Muitos parabéns. Continuo a ler-te.

11:00 da tarde  
Blogger {-Sutra-} said...

Eu sabia que ele acabaria por cair nos braços da Cristina ;-)
E agora já não podes dizer que não sabes escrever com erotismo. ;-)

Bj doce

11:25 da tarde  
Blogger Mocho said...

É um prazer ler este teu livro, pricipalmente uma parte tão sensual e erótica como esta. É muito difícil manter a elevação escrita e o rigor dos pormenores, no que respeita à intimidade privada, sem cair na grosseria. Tu conseguiste captar o momento a dois com um grande nível de escrita e...de forma muito especial. Mais uma vez...Uma obra de arte toda a descrição! PIU!

11:51 da tarde  
Anonymous GR said...

António,

Oh, Zé Luís, então a Cristina “é carne de primeira”????
Está bem eu desculpo-te! Foi da emoção!

Belíssima narração!
Um texto com muita sedução e prazer. Escreves naturalmente!
Gostei de ler a satisfação física, de dois adultos carentes!
Escreves qualquer texto, de forma tão singular, podemos rir ou chorar, mas não conseguimos, ruborizar.
Escreves genuinamente. Nas tuas veias corre sangue de um verdadeiro escritor!
Parabéns,

Um beijo,

GR

12:20 da manhã  
Blogger Caiê said...

Ora vamos lá a analisar isto (minhauuu):
-o pormenor realista está de mestre! Nunca ninguém fala daquele momento (pouco romântico, mas bem real) em que se tiram os pêlos púbicos da boca, após um momento de sexo oral, mas o nosso António lá foi buscá-lo. Sim senhor! ;) ah ah ah!
-o pormenor hiper-romântico já não é para mim, que sou uma moça realista. Eu não vou muito na onda que duas pessoas que acabam de se conhecer atinjam o orgasmo EM SIMULTÂNEO na primeira vez que estão juntas.
Mas, meu amigo, eu não percebo nada disto (de sexo, entenda-se). Eu só vejo filmes no cinema.
Beijinhos e boa blogonovela! Agora é que isto está no capítulo quente!

12:37 da manhã  
Blogger António said...

Para "GR":
Obrigado por mais uma presença e mais uma comentário.
Como sempre, as tuas palavras são motivadoras.
Acho que consegui descrever uma cena de sexo, que se enquadra perfeitamente no contexto da história, surgindo naturalmente e não de forma forçada, de uma forma rigorosa e com algum erotismo sem resvalar para a obscenidade.
Mas estou com um número muito baixo de comentários.
Será por falsos pudores?
Pois acho que vou aguentar este post mais tempo do que os outros, até ter um número de comentários que me agrade.
E o desenrolar da história vai esperar.
(além de louco, eu sou mau! ah ah ah)

Beijinhos

9:04 da manhã  
Blogger Heloisa B.P said...

*MEU CARO ANTONIO*,
tenho ainda os olhos a arder, das lagrimas de riso, provocadas pela reaccao da ROSA!_Reaccao essa, que era a que eu esperava, mas, que o ANTONIO descreve com uma naturalidade, que a cena se torna "visivel"!...O mesmo digo, quanto a cena de sexo, absolutamente previsivel... mas, que o meu Amigo, descreve com um senso de realidade, que parece que estamos assistindo a um filme de enorme carga erotica! e, o que mais aprecio na Sua escrita, e', que seja a cena qual for:_sexo incluindo_, o Antonio mantem o refinado gosto de uma descricao (vivencia)sensual/erotica, sem ir pelo caminho "facil" da "Pornografia"!
apesar de eu nao ser critica literaria, nem ter pretensoes a TAL... em minha modesta opiniao o ANTONIO revela-se DIA-A DIA, UM NOVELISTA DE PRIMEIRA "AGUA"_ESCRITA_!!!
PARABENS!
Aguardo o XII.
....................Grata pela Sua Amavel Visita aos meus dois blogues!
Abraco!
Heloisa.
****************

10:15 da manhã  
Blogger Heloisa B.P said...

ERRATA:
Quero dizer: "sexo incluido"......
.......................ESTOU SEMPRE A "meter agua"!comendo letras ou duplicando-as! Ja' basta a falta dos acentos graficos, que sempre me irrita pois,parece que o Portugues e' um "parente afastado e indesejado" do proprio PORTUGUES!
_Desculpe, este e outros erros que eu por ai' tenho deixado!
Continuacao de Boa saude e...optima disposicao!
AH! aproveito, para LHE dizer, que, nao se deve preocupar tanto com o numero de "Comentarios"! O importante e' o modo (Talento) como escreve e, nao, quantas Pessoas comentam! ate', porque, ha' LEITORES que leem mas nao comentam logo: falta de tempo ou inibicao em expressar o que sentem, etc...cada UM tera' seus motivos! em minha humilde opiniao, nao e' o NUMERO DE LEITORES QUE FAZ UMA BOA OBRA (seja ela de que genero for...), MAS SIM A *OBRA EM SI*!_O MESMO E' DIZER:O TALENTO DE QUEM A *PRODUZ*_!!!!!!
Bom... agora, vou!_OUTRO ABRACO_!
Heloisa.
************

10:33 da manhã  
Blogger Flor said...

tinha que ser!
Adorei este capitulo!
beijo grande

10:58 da manhã  
Blogger sonamaia said...

Para quem dizia que não tinha jeito para descrever cenas de sexo devo dizer que te saíste muito bem!! Os ingredientes estavam lá todos!! Força!!

beijinhos

1:04 da tarde  
Anonymous Maria Papoila said...

António tens dois pormenores hilariantes... os pêlos e o Zé nu de canhão em riste... Gostei muito da tua escrita. Beijo

6:26 da tarde  
Blogger lena said...

António, encantei-me com esta este capítulo, não estejas a pensar que foi por finalmente o José Luis ter ido para a cama com alguém

foi a tua forma de descrever cada momento , a relação que ambos tiveram,
consegui visualizar e foi emocionante, belo, consegui ver e ir sentindo cada momento foi excelente digo mais foi:

envolvente, apaixonante, de se ler, há momentos únicos em que conseguiste escrever com um erotismo que me surpreendeu,
a forma como os dois se envolveram num tocar de corpos, único, é uma descrição tão verdadeira, tão real ...

a Rosa anda mesmo com ciúmes,
mesmo este envolvimento entre o José Luis e a Cris não dê certo, mesmo que tenha sido uma noite, valeu pelo que escreveste
acredita que és um escritor, só eles conseguem com que se visualize tudo, em todos os pormenores

Hoje tenho que dizer que amei ler-te,tenho que te dar os parabéns pela tua excelente escrita

Beijinhos para ti meu bom amigo

lena

7:47 da tarde  
Blogger António said...

Para "sonamaia":
Obrigado pela visita e pelos "comments".
Sinceramente, acho que o post me saiu bem, mas não é propriamente um texto erótico.
Tenho lido na blogosfera alguns blogs que tem textos muitíssimo mais eróticos.
Este é um misto de rigor descritivo, erotismo e humor (lembra-te, por exemplo, da cena do Zé a tirar uns pelitos da boca...eh eh eh)

Beijinhos

10:24 da tarde  
Blogger Lumife said...

Já colocámos o cartaz promocional do ENCONTRO DE BLOGS EM ALVITO a 22 de ABRIL. Já se podem inscrever. Gostávamos de contar com a sua presença nesta confraternização. Um abraço.

1:23 da manhã  
Blogger Betty Branco Martins said...

Querido António

Tu és uma verdadeira REVELAÇÃO!!!

Erotismo é contigo e do forte :)

E finalmente o "nosso" Viuvinho - enfim - CONSEGUIU!!!

A escrita está Fantástica, António.

(tenho tido o meu pc avariado uma desgraça)

Beijinhos

5:17 da manhã  
Blogger The Woman +K(P) said...

Tás a ver que ainda bem que só vim cá hoje!!!
Agora imagina-me se tinha vindo cá ontem como disse... Por sorte o blog demorou a abrir e fiquei na cavaqueira com a mocho a gata e a cuca.
Ora muito bem, mas o que é istoooo, o senhor tem um jeito, cru e nu de espressar o erotismo na sua escrita.

Sabes que é isso que mais me cativa em Henry Miller?

Agora, é por estas e por outras que eu;(digam lá o que disserem) acho não existe nada como a depilaçao total, senão repara, se ela fosse assim tipo aqui a nina, o "homi nã tira parado para tirar os pentelhos dos dentinhos e vai dai a coisa era capaz de aquecer um cadito mais, ou não?" hihihi

Olha António agora a sério, gostei e vai por mim "cultiva essa tua faceta crua e erotica" que consegue ser o máximo, pois em pouco vi que sabes ir até ao limite do cru/erotico sem seres demasiado "avacalhado" (se bem que o Henry "avacalha" mas... na medida certa) esta é a minha humilde opinião. Jinhos e parabéns

10:03 da manhã  
Blogger myanmar said...

eu li.mas não fiquei com nenhum trauma(:
sou novinha, mas nem tanto.
(e que bem que tu escreves, bolas!)

8:42 da tarde  
Blogger margusta said...

Olá querido António,
...hoje estou aqui só para te dizer que ADOREI "conhecer-te" :))
Não consegui foi comentar...é preciso ser membro?
Claro que és um borracho!!!
Vou voltar para ler este post e o outro...mas pelo que espreitei neste de fugida ...isto está bastante quente por aqui :)))

Um beijinho querido amigo

10:11 da tarde  
Blogger Su said...

hummmmmmmm
que erotismo,
que sensação,
que tesão
gostei de ler.te e digo-te está excelente essa descrição....
eu bem disse que isto ia "acabar" assim ehehehhe
jocas maradas "escritor"

11:06 da tarde  
Blogger myanmar said...

foi a curiosidade que me moveu meu caro antónio:)

10:54 da manhã  
Anonymous LolaViola said...

Olá. Vim até aqui pelo blogue da Sutra. Gostei da narrativa, mas só li o ultimo capítulo. Com tempo leio o resto... se bem que ler de frente para trás é mais complicado :-)
***

3:07 da tarde  
Blogger margusta said...

Bom António...bem quente :)))
com direito a bolinha :)))
...bom e depois de um filme destes ;) lá vou ao próximo capitulo.....

10:03 da tarde  
Blogger Xuinha Foguetão said...

Ora bem!

Onde está a bolinha vermelha? Ah?

Vou continuar...

12:27 da tarde  
Blogger Mitsou said...

Bom, depois de tantos comentários e sobre o realismo da cena de sexo digo apenas que está muito bem escrita e essas cenas são sempre difíceis. Parabéns! Também gostei dos pormenores irónicos já referidos por outros comentadores. Agora, "Sim, amorzinho"??? Essa espantou-me, António :))))

4:53 da tarde  

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